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20 de abril de 2013

Igreja no Brasil é contra a redução da maioridade penal


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reafirmou nesta sexta-feira (19), sua posição contrária à redução da maioridade penal, assunto que voltou à discussão no Senado brasileiro. Para a Igreja no Brasil, a proposta para a redução não soluciona o problema da criminalidade e violência no país.

"O Senado volta a discutir a redução da maioridade penal com argumentos que poderiam ser usados também para idades menores ainda, como se esta fosse a solução para a diminuição da violência e da impunidade. A CNBB entende que a proposta de redução da maioridade penal não soluciona o problema", diz nota da instituição.

Segundo os bispos, a redução da maioridade penal violenta e penaliza ainda mais adolescentes, sobretudo os mais pobres, negros, moradores de periferias. E ao contrário do que se propõe pela redução, os bispos acreditam que crianças, adolescentes e jovens precisam antes "ser reconhecidos como sujeitos da sociedade, merecedores de cuidado, respeito, acolhida e oportunidades".

A Igreja vê a necessidade de, por primeiro, verificar as verdadeiras causas da criminalidade. De acordo com a CNBB, estas estão, sobretudo, na "desagregação familiar, na falta de oportunidades, nas desigualdades sociais, na insuficiência de políticas públicas sociais, na perda dos valores éticos e religiosos, na banalização da vida e no recrutamento feito pelo narcotráfico".

A nota da CNBB também ressalta o trabalho da Igreja Católica que, por meios de suas comunidades eclesiais, pastorais, movimentos e entidades sociais, desenvolve projetos que indicam à sociedade caminhos de ações educativas e não punitivas.

"A CNBB se une a todos os brasileiros que trabalham para que se cumpra a premissa básica da Constituição Federal, art. 227: 'criança e adolescente prioridade absoluta' e reafirma sua posição contrária à redução da maioridade penal", conclui a nota.

19 de abril de 2013

Dia Mundial de Oração pelas Vocações: as iniciativas da Igreja no Brasil


Domingo, 21 de abril, IV Domingo de Páscoa, a Igreja celebra o quinquagésimo Dia Mundial de Oração pelas Vocações, cujo tema este ano é “As vocações sinal da esperança fundada na fé”. A mensagem para a ocasião foi escrita pelo Papa emérito, Bento XVI, e divulgada em outubro de 2012. O texto se encerra com os auspícios que “não faltem sacerdotes zelosos que saibam estar ao lado dos jovens como «companheiros de viagem», para os ajudarem, no caminho por vezes tortuoso e obscuro da vida, a reconhecer Cristo, Caminho, Verdade e Vida; para lhes proporem com coragem evangélica a beleza do serviço a Deus, à comunidade cristã e aos irmãos”. “Que não faltem sacerdotes que mostrem a fecundidade de um compromisso entusiasmante, que confere um sentido de plenitude à própria existência, porque fundado sobre a fé Naquele que nos amou primeiro”.

Bento XVI fazia votos que os jovens, em meio a tantas propostas superficiais e efêmeras, saibam cultivar a atração pelos valores, as metas altas, as opções radicais por um serviço aos outros, seguindo os passos de Jesus. 

No Brasil, estão sendo previstas para 2014 várias atividades no campo vocacional. Haverá seminários e simpósios vocacionais e será feito um diagnóstico da situação atual e do que se pode prever para o futuro. Dom Pedro Brito Guimarães, Presidente da Comissão para Ministérios Ordenados e Vida Consagrada e Arcebispo de Palmas, em Tocantins, destaca a importância da pastoral vocacional e de saber falar bem à juventude. 

Dom Pedro abrange ainda o tema da formação dos presbíteros, sempre mais difícil, mas que hoje caminha melhor graças às diretrizes aprovadas no ano passado.

“Encerramos o encontro com um saldo excelente”, destacou dom Raymundo Damasceno sobre a 51ª Assembleia Geral

Durante a coletiva foi feito um balanço das atividades realizadas.
A coletiva de imprensa do último dia da 51ª Assembleia Geral da CNBB foi composta pela presidência da CNBB, Cardeal dom Raymundo Damasceno, presidente e arcebispo de Aparecida (SP); dom José Belisário da Silva, vice-presidente e arcebispo de São Luís (MA) e dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário geral e bispo auxiliar de Brasília.

No início da coletiva dom Raymundo saudou os jornalistas presentes e aqueles que acompanharam ao vivo pelo Portal A12. O cardeal destacou o trabalho da imprensa e revelou o sentimento de gratidão pelo trabalho que foi realizado durante a 51ª Assembleia. “Estamos gratos e agradecemos o trabalho realizado por vocês durante esses 10 dias que estivemos reunidos aqui em Aparecida”, disse.

O presidente da CNBB avaliou que a 51ª Assembleia Geral foi uma ocasião de profunda experiência eclesial. “Estivemos reunidos para rezar, refletir e promover o aprofundamento de nossa comunhão. O resultado desse nosso empenho foi o melhor possível. Encerramos o encontro com um saldo excelente”, ponderou.

Durante a coletiva foi feito um balanço das atividades realizadas. Sobre o tema central da Assembleia 2013 “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”, dom Raymundo disse que “já era previsto que seria aprofundado na assembleia desse ano e continuaria sendo levado para as dioceses para novos estudos e somente na assembleia do próximo ano que será apresentado para a aprovação final”.

O cardeal explicou que o tema central se situa na busca por uma maior “conversão pastoral” e apontou algumas reflexões sobre o estudo como a cultura dos tempos atuais, o desafio e a necessidade de considerar a mudança de época, o reconhecimento que o lugar privilegiado para realizar uma experiência concreta com Jesus Cristo é a comunidade eclesial e por fim o reconhecimento de que a paróquia é a grande escola da fé, da oração, dos valores e costumes cristãos.

Além do tema central, dois outros assuntos foram destacados na coletiva: o estudo sobre a Questão Agrária e o Diretório para a Comunicação no Brasil. Os dois temas foram amplamente discutidos pelos bispos que decidiram pela continuidade da reflexão antes de se tornarem documentos da CNBB.

Foi destacado também assuntos abordados durante a Assembleia como a Jornada Mundial da Juventude, os textos litúrgicos e a Campanha da Fraternidade.

No final de suas palavras dom Raymundo Damasceno apresentou outros dois frutos da Assembleia que são um subsídio que os bispos estão oferecendo a todos as comunidades para aprofundamento do tema das eleições e uma Nota que foi emitida em defesa dos direitos indígenas e quilombolas, pela rejeição da PEC 215.

Fonte: CNBB

18 de abril de 2013

Missa lembra Constituição Conciliar que renovou a liturgia da Igreja

A Santa Missa da 51ª Assembleia Geral da CNBB desta quinta-feira, 18 de abril, foi celebrada em Ação de Graças pela Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium. A Celebração Eucarística foi presidida pelo bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA), dom Armando Bucciol.

Na procissão de entrada estavam os bispos referenciais de liturgia dos regionais da CNBB.

Completando 50 anos de sua abertura, o Concílio Vaticano II foi um momento muito especial para a fé católica.

A Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium tratou da questão da renovação litúrgica da Igreja. Foi o primeiro dos documentos aprovados e recebeu quase a unanimidade dos votos dos padres conciliares.

Toda a Igreja é chamada a celebrar os frutos do Concílio Vaticano II, disse o bispo auxiliar de São Paulo, dom Edmar Perón no início da celebração. “Damos graças a Deus pela linda obra do Concílio Vaticano II, em especial pela Constituição Sacrosanctum Concilium sobre a Sagrada Liturgia”, afirmou.

Em sua homilia, dom Armando Bucciol destacou que é necessário renovar a disponibilidade espiritual e pastoral para acolher o que o espirito diz. “A Palavra de Deus de hoje nos convida a uma reflexão sobre o batismo e a Eucaristia. O Evangelho de João apresenta Jesus que se declara Pão da vida. Essas palavras nos conduzem no sentido mais intimo da Eucaristia. Acolhemos o mistério do amor de Deus, que se fez carne e Dele aprendemos a viver como irmãos”, acrescentou.

Para dom Armando Bucciol é preciso pedir a Deus que possamos sentir de perto o seu amor paterno. “As palavras que a liturgia coloca em nossos lábios tem a uma força parecida com a de Deus. Ela nos convida a recordar nossa vocação batismal”.

Sobre o Concílio Vaticano II, dom Armando afirmou que a Igreja tem um tom especial com o documento Conciliar Sacrosanctum Concilium, que mostra que Deus sempre usou de sinais para falar com seu povo e que em Cristo, estes sinais sacramentais se tornaram definitivos e está especialmente presente na celebração da Eucaristia.

“O Santo Concílio afirma que a liturgia tem um antes e um depois. Antes da conversão e depois do testemunho da caridade. Agradeço a Deus e aos padres conciliares que fizeram que a nossa Igreja possua um tom especial com esse documento”.

O bispo de Livramento de Nossa Senhora, na Bahia, acredita que o documento Conciliar Sacrosanctum Concilium tornou nossas celebrações verdadeiras experiências de fé.

Dom Armando lembrou o Documento de Aparecida que cita ‘a Eucaristia é o encontro privilegiado do discípulo com Jesus’. “É feliz quem se deixa introduzir na vivência da fé, através dos ritos e das orações. A escola da Palavra apresenta um estilo de vida que faz diferença, na solidariedade das escolhas e nas relações cotidianas”, concluiu.

Fonte: CNBB

16 de abril de 2013

Bispo comenta nova versão do Catecismo que será lançada pela CNBB

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai lançar uma nova versão do Catecismo da Igreja Católica. A previsão é de que esta nova versão seja lançada oficialmente na manhã de quinta-feira, 18, durante a 51ª  Assembleia Geral dos bispos.

O presidente da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé, Dom Sérgio da Rocha, que é arcebispo de Brasília e participa da Assembleia, informou que o pedido de atualização do Catecismo para o Brasil partiu da própria Santa Sé. Foi uma recomendação para valorizar mais o Catecismo, em especial neste Ano da Fé, tornando-o mais acessível ao povo.

O arcebispo explicou que tenta-se atingir essa maior acessibilidade de duas formas: procurando atualizar a linguagem, respeitando o que é o conteúdo original do Catecismo, e as citações bíblicas.

Dom Sérgio disse que a finalidade primeira do Catecismo da Igreja Católica era servir de base para que outros catecismos locais fossem feitos. Dessa forma, o Catecismo não substitui essas outras traduções, mas o ideal, segundo o arcebispo, é que o povo possa conhecer o conteúdo original do livro. “O ideal é que as pessoas tenham acesso ao texto do Catecismo, por isso todo esse esforço para que o Brasil, o povo brasileiro, independente de maior conhecimento, maior grau acadêmico, possa ter acesso a ele”.

Mas além de fazer com que o texto chegue às mãos das pessoas, Dom Sérgio defende a multiplicação de iniciativas de estudo do Catecismo. “Se é bom a pessoa, espontaneamente, ler o Catecismo e estudá-lo, com certeza ela terá um proveito ainda maior se isso for feito em grupo, juntos. Onde? Nas paróquias, nos movimentos, nas pastorais. E graças a Deus está havendo uma série de iniciativas”, disse.

Ano da Fé

Essa nova versão do Catecismo vem justamente durante o Ano da Fé, proclamado pelo Papa Emérito Bento XVI. Dom Sérgio lembrou que Bento XVI, na Carta Apostólica Porta Fidei, indicou o Catecismo como um dos principais instrumentos para viver esse Ano.

Essa indicação, segundo Dom Sérgio, é porque no Catecismo encontra-se conteúdos fundamentais da fé, na linha da fé professada, celebrada e vivida. “Ao lançarmos uma nova versão do Catecismo, uma versão atualizada em Língua Portuguesa para o Brasil aqui na Assembleia, estamos destacando esta relação que existe entre a celebração dos 20 anos do Catecismo da Igreja Católica e o Ano da Fé, mas em especial a relação entre o Catecismo como tal e a fé. A fé fundamenta o Catecismo, que deve ser fonte para as pessoas beberem da fé e crescerem na fé”.

O arcebispo destacou ainda a necessidade de católicos que saibam dar as razões da fé, e o Catecismo ajuda nisso. Esse processo, porém, deve ser feito não só com bom conhecimento, mas com convicção que vem da vivência. “Eu sempre digo que a fé tem a ver sim com a nossa inteligência, por isso que é preciso dar as razões da fé, mas não são razões que estão apenas na cabeça.  A fé tem que passar pelo coração, pela confiança em Deus, pela esperança em Deus e pela fidelidade”, disse.

Fonte: Canção Nova Notícias

Bispo auxiliar de São Paulo fala sobre projeto "Comunhão e Partilha"da CNBB

Dom Edmar Peron, bispo auxiliar de São Paulo (SP), responsável pela região episcopal Belém, postou em seu perfil no Facebook partilhando seu sentimento em relação a um dos temas tratados na tarde desta segunda-feira, 15 de abril, no plenário da assembleia geral dos bispos: "a solidariedade entre as dioceses". O assunto foi apresentado aos bispos por uma comissão especial presidida por dom Alfredo Schaffler, bispo de Paranaíba (PI). 

Leia o Post de dom Peron:

"Nesta tarde – 15 de abril – vivi um dos momentos mais significativos na 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Conversamos sobre a beleza da partilha entre as Dioceses e entre os Bispos. Entre as Dioceses e Prelazias, uma partilha mensal, feita ao Projeto 'Comunhão e Partilha'; entre os bispos, o rateio para que quem vem de longe pague como quem vem de perto (além da ajuda que alguns bispos fazem diretamente a algum irmão). E, em seguida, alguns dos Bispos deram testemunho sobre a beleza e a eficácia desses gestos de solidariedade. Como disse um dos Bispos da Comissão, Dom Alfredo: “encontrei corações e bolsos abertos”.

Comecemos a realizar ações de solidariedade, ainda que pequenas!

Fonte: CNBB

14 de abril de 2013

Bispos apresentam suas impressões sobre reflexão dos temas prioritários da 51ªAG


Na manhã de sábado (13) , os participantes da 51ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP), iniciaram a apresentação das contribuições das reflexões sobre os temas prioritários do evento: o diretório de Comunicação e a Questão Agrária.

Os bispos realizaram o estudo dos textos preparados pelas comissões para cada tema. Os grupos se reuniram durante dois dias, e agora apresentam o primeiro repasse com contribuições e críticas na redação dos textos.

Na tarde de hoje e na manhã de domingo, os bispos participam de um retiro, orientado por Dom Esmeraldo Barreto de Farias, arcebispo de Porto Velho (RO).

Fonte: CNBB

12 de abril de 2013

Em Missa Solene, episcopado brasileiro reza pelos bispos eméritos

Os bispos do Brasil participaram na manhã desta sexta-feira (12), da Celebração Eucarística, às07:30h, no Altar Central, do Santuário Nacional.

A celebração deste terceiro dia da 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi em Ação de Graças pelos bispos eméritos da Igreja no Brasil. A missa foi presidida pelo cardeal dom Geraldo Magela Agnelo, arcebispo emérito da arquidiocese de São Salvador da Bahia.

Em sua homilia, dom Geraldo Magela destacou o questionamento de Jesus para Filipe: ‘Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?’ Jesus disso para colocá-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. O Cardeal ressaltou que esta passagem lembra a pergunta de Moisés a Javé. “De fato, Jesus põe a disposição a sua intervenção”, afirmou.

Aos fiéis presentes no Santuário Nacional, dom Geraldo explicou que Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os e fez o mesmo com os peixes. Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: ‘Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca’.

“A nossa pequena obra vem multiplicada. O pão que Jesus oferece é sinal de eternidade. Deve-se a fé, a olhar o Pai através de Jesus. Na economia da salvação tudo tem valor. Reconhecemos em Jesus, o Messias. Como este pão partido e recolhido tornou-se uma coisa só, assim se recolha a tua Igreja nos confins da Terra”, acrescentou.

Finalizando sua reflexão, dom Geraldo Magela Agnelo pediu a intercessão de Nossa Senhora Aparecida pelos bispos eméritos. “Te agradecemos Pai por habitar em nossos corações e pela nossa fé. Pedimos de modo particular pela nossa Igreja que vem da fraternidade. Que Maria, mãe de Jesus e nossa mãe esteja sempre conosco”, concluiu.

Fonte: CNBB

11 de abril de 2013

Bispos estudam texto do Diretório de Comunicação para a Igreja no Brasil

Durante a tarde desta quinta-feira, 11 de abril, os bispos que participam da 51ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP) realizaram, em grupos, um estudo sobre o texto do Diretório de Comunicação para a Igreja no Brasil. Antes, acompanharam uma exposição do conteúdo do documento, coordenada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação.

O presidente da Comissão, dom Dimas Lara Barbosa, acompanhado dos assessores e especialistas que colaboraram na elaboração do Diretório, recordou o processo de construção do mesmo. “Este texto vem sendo trabalhado há muito tempo, inicialmente como texto de estudos. A partir da experiência com o texto do Diretório italiano, recebemos contribuições que vieram de todo o Brasil, e podemos dizer que o texto que temos agora é praticamente novo”, explicou.

Dom Dimas enfatizou que, se aprovado, a Igreja no Brasil será a segunda no mundo a ter um diretório como este, que será importante para a articulação das diferentes iniciativas existentes neste campo. Com dez capítulos, o diretório trata das mudanças e práticas culturais com o avanço da tecnologia e também dos desafios da ação pastoral da Igreja no campo da comunicação.

Os bispos realizam estudos em grupos durante a segunda sessão da tarde desta quinta-feira, e deverão voltar ao tema nos próximos dias desta Assembleia Geral.

Outros trabalhos

Também durante esta tarde, foi apresentado ao episcopado o relatório da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada. O bispo auxiliar da Arquidiocese de Aparecida, dom Darci José Nicioli, apresentou uma comunicação sobre o projeto da celebração dos 300 anos da devoção a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

Grito dos Excluídos 2013 convoca jovens ao protagonismo social

O tema do Grito dos excluídos de 2013 foi definido na última semana, e esse ano a Juventude está no centro dessa manifestação, marcada para 7 de setembro. “Juventude que ousa lutar, constrói o projeto popular” é o lema do 19º Grito dos Excluídos definido pela a coordenação do Grito que acolheu sugestões de vários grupos, comunidades, dioceses, movimentos, sindicatos, para a escolha.

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. É realizado em um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira.

O Grito é parte do processo da 5ª Semana Social Brasileira e no ano passado trouxe o lema: Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população! O Próximo encontro nacional dos articuladores e articuladoras do Grito acontecerá nos dias 26 a 28 de abril, em São Paulo.

Para saber mais sobre o evento: >>Clique aqui.

10 de abril de 2013

51ª Assembleia Geral: balanço do início do trabalho dos bispos


Na tarde desta quarta-feira (10) de abril, foi realizada a primeira entrevista coletiva com o balanço do início dos trabalhos da 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em Aparecida (SP). Coordenada pelo Porta-Voz do evento, dom Dimas Lara Barbosa, atenderam a imprensa o arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer; o bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), dom Joaquim Mol; e o bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen.

O Porta-Voz iniciou recordando aos jornalistas o tema central da Assembleia Geral: “Comunidade de Comunidades: a nova paróquia”, bem como os temas prioritários: o Diretório de Comunicação para orientar a pastoral da Igreja neste campo, e a aprovação de um texto sobre a Questão Agrária no país. “A Assembleia é uma ocasião de tomar consciência do processo em que as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora, aprovadas há dois anos pelos bispos, são colocadas em prática”, explicou dom Dimas.

O Cardeal Odilo Scherer destacou que o encontro do episcopado brasileiro segue o clima de novidade que a Igreja vive por conta da eleição do Papa Francisco. “Há um clima de novidade no ar, por conta da eleição do novo Papa, que está imprimindo um novo ritmo no exercício do pontificado. Até porque, um papa não é igual a outro, e é bom que seja assim”, afirmou. O cardeal enfatizou a relevância do tema central, e destacou que em relação à queda do número dos católicos, apresentada nos números do Censo 2010, preocupa os bispos, mas não existem soluções mágicas. “É necessária uma verdadeira conversão pastoral para que possamos ir ao encontro das pessoas. Não é somente a Igreja Católica que perde fiéis. A nossa urgência é evangelizar, e temos que nos adequar para bem evangelizar”.

Esta adequação da estrutura da Igreja aos novos tempos exige uma aproximação dos pobres, como lembra dom Mol. “É algo muito importante, e é uma escolha que o próprio Jesus faz: o caminho da vida simples que conduz para o Pai. Todos os papas tem tocado neste tema de uma Igreja pobre e para os pobres, e isso está presente também na reflexão dos bispos nesta Assembleia”. Dom Mol destacou a preocupação dos bispos com a evangelização dos católicos “não praticantes”. “Há um texto que está sendo analisado pelos bispos. Mas em todo processo de evangelização, seja para os batizados, praticantes ou não, ou mesmo os novos membros, o mais importante é a experiência com a pessoa de Jesus Cristo. E é isso que deve ser promovido”.

Também quanto ao tema central da Assembleia Geral, dom Severino Clasen destacou a importância das comunidades cristãs como lugar de convivência fraterna. “As pessoas precisam de calor humano. Nós hoje temos facilidade de nos encontrar com as outras pessoas, através das redes sociais, mas falta-nos o calor do coração, da proximidade, e está aí a diferença”.

Fonte: CNBB

Presidente da CNBB saúda participantes da Assembleia Geral em cerimônia oficial de abertura do encontro

Depois da missa que marcou o início da 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), aconteceu no plenário do Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida a cerimônia de abertura solene do encontro.

A cerimônia, realizada na manhã desta quarta-feira, 10 de abril, contou com a presença do prefeito de Aparecida (SP), Márcio Siqueira;  o vice-presidente da CNBB, dom José Belisário; o Núncio Apostólico, dom Giovanni D’ Aniello; o presidente  da CNBB, dom Damasceno; o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner; reitor do Santuário Nacional, padre Domingos Sávio e demais arcebispos e bispos participantes da Assembleia.

O cardeal arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno, fez a saudação abrindo Assembleia Geral e acolheu ao Núncio Apostólico, Dom Giovanni D’Aniello, ao Mons. Gianluca Perici, primeiro secretário da Nunciatura.

Dom Damasceno saudou também todos os membros da CNBB, os cardeais, arcebispos, bispos, administradores diocesanos; os arcebispos e bispos eméritos, assessores e assessoras da CNBB e ao reitor e funcionários do Santuário que colaboram com a Assembleia.

“No começo de todos os nossos trabalhos, esse ato solene – pelo qual nos associamos à oração de Nosso Senhor - manifesta nossa convicção de que acima de tudo e no princípio de todas as nossas ações, está o amor de Deus”, afirmou Dom Damasceno.

O cardeal destacou que este acontecimento anual, aguardado por todos com alegre expectativa, é uma experiência de partilha fraterna, oração, estudo e reflexão, que fortalece a comunhão dos bispos entre si e com o sucessor de Pedro, para melhor servir as Igrejas particulares.

Sobre o tema central da Assembleia “Comunidade de comunidades: uma nova Paróquia”, dom Damasceno afirmou que a atenção da Conferência volta para essa mais que milenar instituição, na qual se desenvolve o dia a dia da vida da quase totalidade dos católicos. À luz da Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, que se realizou aqui em Aparecida, no ano de 2007, aprofundaremos a reflexão a respeito das implicações da “conversão pastoral”.

“Promover cada vez mais a vida comunitária em nossas paróquias e seu dinamismo missionário é o desafio que se nos apresenta nesta hora. Para isso, nós precisamos ter a coragem de fazer as modificações necessárias nas estruturas paroquiais, tomando como pontos de referência fundamentais: Jesus Cristo e seu estilo de atuação, os desafios e sinais dos tempos atuais e a rica história da Paróquia”, afirmou.

Dom Damasceno afirmou que hoje os bispos discutem o projeto do Diretório para a Comunicação da Igreja no Brasil. O projeto que nos é apresentado é fruto de reflexão e de diálogo, no qual têm tomado parte leigos, diáconos, presbíteros e bispos. Ele é fruto ainda da colaboração de pesquisadores e intelectuais.

“Colocamo-nos diante de um aspecto importante da missão da Igreja em uma sociedade influenciada fortemente pelas comunicações sociais. A questão agrária no Brasil ocupará uma vez mais a atenção de nossa Conferência. Historicamente, este é um tema ao qual temos voltado repetidas vezes”.

Para dom Damasceno neste momento da história da Nação, essa questão assume contornos muito peculiares que importa conhecermos bem.

“É nossa intenção contribuir para a reflexão hodierna sobre a questão agrária e para a superação dos problemas e dos conflitos que aí existem há muito tempo e que hoje assumem características ainda mais graves e urgentes”.
Dom Raymundo falou também com especial atenção sobre a Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá em julho no Rio de Janeiro.

“A etapa final da preparação para a Jornada pede de nós que intensifiquemos as orações e os trabalhos, para que a Juventude mundial que aqui virá, ou que nos acompanhará pelos meios de comunicação, tenha uma oportunidade singular de encontro com Cristo e com a Igreja. Ainda mais, a realização da Jornada Mundial da Juventude nos dará a oportunidade de receber o Papa Francisco, o primeiro Papa latino-americano a nos visitar”.

Diversos outros temas e atividades estão em programa da Assembleia, como o Retiro, comunicações do Secretariado Geral e das Comissões Episcopais de Pastoral e dos Grupos de Trabalho, o encontro das Comissões Episcopais de Pastoral com os Bispos Referenciais dos Regionais, comunicado sobre a 13ª Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos, o lançamento de uma nova versão, comentada, do Código de Direito Canônico – na comemoração dos 30 anos de sua promulgação, o lançamento de uma edição revisada do Catecismo da Igreja Católica, e diversos outros temas.

“Esta Assembleia Geral se realiza no contexto do Ano da Fé – que vai até a festa de Cristo Rei deste ano (24 de novembro) – e do cinquentenário do Concílio Ecumênico Vaticano II. O Ano da Fé foi querido por Bento XVI, agora Bispo Emérito de Roma, para avivar em todos nós a consciência da centralidade da fé na vida da Igreja e para redespertar o entusiasmo de evangelizar”, finalizou o cardeal.

Fonte: CNBB

Coleção YOUCAT tem nova obra: o curso de preparação para o Crisma

O YOUCAT surgiu como uma nova tentativa de inspirar os jovens católicos de todo o mundo para o conteúdo da fé. Já são quase 3,5 milhões de jovens em todo o mundo usando essa ferramenta. Porém, observando-se que em muitas comunidades, o Sacramento do Crisma não tem sido o início de uma relação de jovens com a Igreja, mas o fim, o "YOUCAT Center de Augsburg" elaborou e publicou o "YOUCAT - curso para o Crisma".

Essa é mais uma obra da Coleção YOUCAT, que vem para atender as propostas da Nova Evangelização e os propósitos para este Ano da Fé. E, tendo encerrado toda a fase de tradução do original em alemão para o português, a equipe do Catecismo Jovem, tem a alegria de apresentá-la oficialmente aqui no Brasil, cuja distribuição nas livrarias (Paulus e Loyola) tem data confirmada para já para maio! Alegra-nos saber que esses dois livros - um manual para os catequistas e um livro de estudo para os crismandos - embasados tanto na Bíblia, quanto no próprio YOUCAT, também servirão como um bom plano de formação para os nossos jovens que se preparam para o Crisma.

A respeito disso, é preciso recordar mais uma vez o que nosso querido Papa emérito nos dizia de forma tão carinhosa em sua mensagem para a JMJ Rio 2013: "Através do Sacramento da Confirmação, somos fortalecidos pelos dons de Cristo, para testemunhar de modo sempre mais maduro o Evangelho. Esse Sacramento nos impele a sair de nós mesmos para «ir» e evangelizar. Se ainda não o recebestes, não hesiteis em receber o Sacramento da Confirmação ou Crisma preparando-vos com cuidado e solicitude. Junto com a Eucaristia, esse é o sacramento da missão, porque nos dá a força e o amor do Espírito Santo para professar sem medo a fé" (Bento XVI).

Fonte: Portal Ecclesia

Jovens católicos brasileiros têm revista voltada para eles

Capa da Revista
Uma Igreja jovem, engajada, diversificada, unida a Cristo, dedicada à oração e às questões sociais. Esse é o retrato mostrado pela revista Jovens Conectados, produzida pela Equipe Jovem de Comunicação da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da CNBB. Lançada em fevereiro em Natal, juntamente com a Campanha da Fraternidade, a revista agora também está disponível online e pode ser baixada gratuitamente.

Em 124 páginas, a publicação especial mostra um panorama das expressões eclesiais dedicadas à juventude no Brasil. Entre pastorais, movimentos, novas comunidades, congregações e organismos, são abordadas as atividades de 36 expressões.

A revista Jovens Conectados tem como objetivo lançar um olhar sobre a riqueza do trabalho pastoral das mais diferentes expressões juvenis da Igreja do Brasil e toda a sua dinamicidade – explica o Padre Carlos Sávio Ribeiro, um dos assessores nacional da Comissão para a Juventude.

O Papa Francisco já tem a revista Jovens Conectados
Também há matérias especiais sobre a peregrinação dos Símbolos da Jornada Mundial da Juventude no Brasil, sobre a Campanha da Fraternidade, sobre a Comissão para a Juventude e as estruturas que a compõem, além de artigos exclusivos.

Todos os textos foram escritos em colaboração com os integrantes das expressões eclesiais, fazendo da revista um grande trabalho de cooperação.

Até a quarta-feira da próxima semana, todos os bispos brasileiros devem receber um exemplar impresso da revista. No final de março, o Papa Francisco recebeu a revista, entregue por Padre Sávio Ribeiro. O pontífice afirmou que a revista o ajudará a entender o trabalho da Igreja junto à juventude no Brasil.

Para ler a revista on line: >>Clique aqui ou  para fazer o download:>>Clique aqui.

9 de abril de 2013

Mais de 360 bispos estão inscritos para a 51ª Assembleia Geral


Uma missa celebrada às 07:30h, nesta quarta-feira (10), no Santuário Nacional abrirá a 51ª Assembleia Geral dos Bispos da CNBB, em Aparecida (SP). 

Para o evento confirmaram presença, até o momento, 361 bispos de todo o Brasil, destes 43 são eméritos. Já o número total de participantes chega a 451, entre assessores, secretários de regionais, organismos, colaboradores e convidados. As sessões e outras atividades serão realizadas no Centro de Eventos Pe. Vitor Coelho de Almeida.

A Assembleia contará com a participação de bispos dos 17 regionais da CNBB: Centro-Oeste, Leste, Nordeste, Noroeste, Norte, Oeste e Sul. De acordo com o regulamento geral, “a Assembleia, órgão supremo da CNBB, é nesta a expressão e a realização maiores do afeto colegial, da comunhão e corresponsabilidade dos Pastores da Igreja no Brasil”. Durante a Assembleia, os bispos tratarão de “assuntos de ordem espiritual e de ordem temporal e os problemas emergentes da vida das pessoas e da sociedade, sempre na perspectiva da evangelização”.

São convidados para as Assembleias Gerais, com voto consultivo, os bispos eméritos e outros bispos, de qualquer rito, em comunhão com a Santa Sé e que tenham domicílio no País e aqueles nomeados ou eleitos que ainda não forem membros da CNBB. Para as sessões é convidado, também, o Núncio Apostólico no Brasil, em razão de seu múnus. Os membros da Assembleia Geral têm toda a autoridade e competência para aprovação de documentos, instruções pastorais e diretrizes, inclusive as declarações doutrinais de magistério. De acordo com o regulamento, trem direito a “voto consultivo e deliberado apenas os membros presentes”.

Fonte: CNBB

Paróquias são tema central da Assembléia Geral dos Bispos

A 51ª Assembléia dos Bispos do Brasil terá início nesta quarta-feira, 10, em Aparecida (SP). A reunião começa com celebração da Missa no Santuário Nacional, seguida da abertura com entronização da Palavra de Deus e a entrada da imagem de Nossa Senhora Aparecida. A partir desse momento, têm início os trabalhos do encontro.

O tema geral da assembléia deste ano é "Comunidade de comunidades: uma nova paróquia". De acordo com o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Ulrich Steiner, com este tema a Igreja no Brasil deseja repensar o serviço que as paróquias oferecem à evangelização.

Segundo o bispo, a sociedade vive uma realidade urbana, digital e virtual próprias deste tempo e por isso é necessário rever as estruturas das paróquias. Para Dom Leonardo, a paróquia, na forma em que foi criada e pensada, não responde mais às necessidades do tempo, mas “continua sendo um instrumento importante para a dinamização da Igreja”.

Citando o Documento de Aparecida, o bispo ressalta que a paróquia não deve ser um lugar apenas para a busca dos sacramentos, mas um local onde as pessoas possam se encontrar, celebrar e enfrentar a vida cotidiana.

Na opinião do secretário-geral da CNBB, tratar desse assunto na Assembléia significa questionar como a Igreja, por meio da paróquia, pode ser mais viva; “uma Igreja que realmente é uma presença ativa, uma presença de conselho, de esperança, de fraternidade e justiça”.

Dificuldades na evangelização paroquial

Perguntado sobre as principais dificuldades das paróquias na evangelização, Dom Leonardo, afirma ser a aproximação com as pessoas. “Uma das questões mais difíceis é chegarmos às pessoas. Creio que ainda estamos esperando, apesar de termos avançado muito na Igreja no Brasil no espírito missionário, ainda esperamos as pessoas virem. A paróquia precisa criar esse espírito missionário de ir ao encontro das famílias, das pessoas e criar esses grupos, também por rua ou por prédio, que se reúnem e rezam juntos."

O Papa Francisco tem nos demonstrado isso, diz o bispo. “A Igreja precisa estar mais próxima das pessoas, não nos isolarmos. Talvez a paróquia, na sua estrutura, precise estar mais a serviço das pessoas. A estrutura que criamos precisa estar a serviço das pessoas e não as pessoas a serviço das estruturas. Elas podem nos ajudar a servir melhor."

Sub-temas da Assembléia

O Diretório de Comunicação para a Igreja no Brasil, as questões agrárias e os textos litúrgicos do Missal Romano são assuntos que Dom Leonardo adiantou que também farão parte das plenárias.

Segundo o bispo, os critérios de escolha do tema geral e dos sub-temas variam de acordo com as necessidades atuais da Igreja, com as propostas oferecidas pelas comissões e questões relevantes como, por exemplo, a situação agrária no país. No entanto, Dom Leonardo garantiu que todos os temas passam por votação no Conselho Permanente da CNBB.

Mensagem ao Papa Francisco

No final da Assembléia, os bispos farão uma mensagem que será enviada ao Papa, como tem acontecido nas assembléias gerais anteriores. O texto será escrito por uma comissão composta de três bispos, responsável pela elaboração dos documentos da Assembléia. A mensagem passará pela aprovação de todos os prelados e será encaminhada ao Papa Franscico.

“A mensagem será enviada ao Santo Padre expressando a nossa comunhão, nossa fidelidade e o desejo de trabalharmos e estarmos a serviço do Evangelho”, diz Dom Leonardo.

Ao todo mais de 300 bispos devem participar da 51ª Assembléia Geral, além dos assessores e demais pessoas ligadas à CNBB.Os bispos ficarão hospedados em hotéis próximos uns dos outros. Segundo Dom Leonardo, a proximidade aumentará as possibilidades de reuniões, bate-papos e convivência fraterna entre os bispos que participarão do evento.

Fonte: Notícias Canção Nova

3 de abril de 2013

51ª Assembleia da CNBB tem página no facebook

Com o objetivo de ampliar os canais de comunicação da 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, a Equipe de Assessoria de Imprensa da CNBB criou uma página oficial no facebook que já está no ar. 

Durante a realização da Assembleia, em Aparecida, de 10 a 19 de abril, serão postados, diariamente, conteúdos na página como vídeos das coletivas de imprensa, boletim em áudio, galeria de fotos, entre outros.
Assim, os veículos de comunicação que desejarem reproduzir os materiais, poderão utilizá-los livremente, com o devido crédito. Além disso, no site da CNBB serão postadas matérias, realeses e outras publicações sobre a 51ª Assembleia Geral.

Conheça e curta a página: www.facebook.com/pages/Assembleia-Geral-da-CNBB/632779040068974?fref=ts

Itaici acolhe encontro de avaliação da CF-2013

A Campanha da Fraternidade 2013 não terminou no domingo de Páscoa, mas continua.

Entre 17 a 19 de maio, vai ocorrer o encontro de avaliação em Itaici (SP), com a apresentação de experiências significativas relacionadas ao protagonismo da juventude em três eixos: Juventude missionária, mídias sociais e politicas públicas.

Com a CF 2013 encaminhada e dando seus frutos, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) já iniciou os trabalhos de preparação da CF 2014, que terá como tema ‘Fraternidade e Tráfico Humano’ e o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou!” (Gl 5,1).

Em preparação à CF 2014, já estão abertas as inscrições para o concurso do hino e cartaz, com informações no site da CNBB. Além disso, em outubro, entre os dias 25 e 27 se realiza o Encontro de Formação CF 2014 em Itaici.

1 de abril de 2013

Dom Sergio Castriani explica tema central da 51ª Assembléia da CNBB


Começa na próxima semana, no Cento de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, no Santuário Nacional a 51ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 

A assembléia deve reunir todo episcopado brasileiro e terá como tema central ‘Comunidade de Comunidades: Uma Nova Paróquia’. 

De acordo com o arcebispo metropolitano de Manaus, Dom Sergio Eduardo Castriani, a proposta é de que durante a assembléia seja apresentado um texto para estudos e que haja um tempo maior para reflexão, enriquecido com as experiências de paróquias em diferentes lugares do país. 

“Nas diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil uma das cinco urgências apresentadas é caminhar para uma Igreja, comunidade de comunidades. É por aí que passa a renovação de toda a vida eclesial e, portanto a renovação da paróquia”, sugeriu o Arcebispo. 

Dom Sergio Eduardo Castriani afirmou que a paróquia para ser realmente casa e escola de comunhão, para ser fiel a sua missão evangelizadora, para ser lugar de celebração dos sacramentos e de maneira especial da Eucaristia, precisa favorecer a experiência de comunhão, pois esta é essencial a vida cristã. 

“Esta experiência acontece na participação de todos em comunidades que possibilitem pelo seu tamanho e pela sua dinâmica uma verdadeira vida nova em Cristo que se expressa na convivência e no compromisso em uma comunidade ministerial e missionária. Daí a importância da setorização da paróquia, da possibilidade de formação de pequenas comunidades, de Comunidades Eclesiais de Base, de comunidades de vida, de pastorais etc”. 

O arcebispo de Manaus completou que a paróquia possibilitará a todos estes grupos e movimentos uma comunhão eclesial e uma pertença a Igreja de forma efetiva e afetiva. O grande desejo é que a paróquia corresponda a sua vocação que é a de ser Igreja local onde se vive a missão em comunhão e participação a serviço da vida plena para todos. 

Dom Sérgio explicou também que para a maioria dos católicos, para não dizer para todos, a vida nova em Cristo que se manifesta nos sacramentos, em novas relações pessoais, em compromisso missionário, se realiza em uma paróquia. 

“É na paróquia que buscamos a Eucaristia, a catequese, a reconciliação, a celebração da vida, o conforto na hora das perdas, a oração nas horas difíceis da vida. A paróquia é lugar de acolhida, de orientação, de ajuda espiritual e material. É a partir da paróquia que se podem descobrir os espaços não evangelizados de um território ou as situações que demandam atenção especial: escolas, hospitais, prisões, invasões, migrantes”, acrescentou. 

O prelado destacou que a evangelização acontece na paróquia e a partir dela. 

“Paróquias acolhedoras, missionárias, redes de comunidades vivas e atuantes, são irradiadoras de vida e, portanto evangelizadoras. Acreditamos que as pequenas comunidades são o caminho de renovação da paróquia, porque possibilitam responder a vocação cristã que se realiza sempre em comum. A renovação da paróquia é fundamental para a Igreja enfrentar os desafios pastorais, a missão, enfim, evangelizar”. 

Desafios - Dom Sergio destacou ainda os desafios enfrentados pelas comunidades atuais para a evangelização. 

“Os desafios são imensos e em grande número. O individualismo que gera medo, espírito de concorrência, fechamento em si, o que vai contra a proposta do Evangelho. Outros desafios são gerados pelo mundo urbano: novas territorialidades, violência, desemprego, desagregação familiar, novas linguagens a partir da revolução tecnológica, manipulação da vida, uma cultura baseada em primeiro lugar no entretenimento, e assim em diante”. 

O arcebispo falou ainda da pobreza e da exclusão, que continuam a desafiar a criatividade pastoral e a solidariedade. 

“O crime organizado e a dependência química criam situações que levam ao desespero. Mas nada tira a nossa esperança, e continuamos a acreditar que investir em comunidades de fé e vida, que tem como centro a Palavra e a Eucaristia, dispostas a enfrentar e a lutar pela transformação da realidade é o caminho a ser percorrido se quisermos uma nova evangelização”, finalizou. 

Todos os dias da 51ª Assembléia da CNBB, que será realiza entre os dias 10 e 19 de abril, os fiéis de todo Brasil são convidados a participar de uma celebração que irá acontecer às 7h30 no Altar Central do Santuário Nacional, antes do início dos trabalhos.

27 de março de 2013

Abertas as inscrições para semana de formação para coordenadores diocesanos de pastoral


A Comissão Episcopal para a Missão Continental (CNBB) e o Centro Cultural Missionário de Brasília (CCM) promovem, de 20 a 24 de maio de 2013, o Encontro de Formação para Coordenadores Diocesanos de Pastoral sobre o tema: "Missão permanente e Igreja local"

Trata-se de uma oportunidade de formação direcionada às pessoas que exercem a função de coordenação pastoral nas dioceses de todo o país. "Conhecendo a primeira urgência de nossas Diretrizes, a de sermos 'uma Igreja em estado permanente de missão', e de sua centralidade na proposta da Missão Continental, desejamos prestar esse serviço de assessoria às nossas Igrejas Locais", explicou o Bispo de São Félix do Araguaia (MT), Dom Adriano Vasino Ciocca, Presidente da Comissão Episcopal para a Missão Continental.

O desejo dos organizadores é aprofundar temas como a pastoral presbiteral e a missionariedade do clero diocesano, a articulação das forças vivas da Diocese, e a organização de uma pastoral orgânica em busca da missão permanente. Podem participar ministros ordenados, religiosos e religiosas, leigos atuantes em projetos missionários, envolvidos diretamente na coordenação pastoral em suas Dioceses.

A Semana será realizada de 20 a 24 de maio, no Centro Cultural Missionário, em Brasília (DF). As inscrições podem ser feitas pela internet, no endereço www.ccm.org.br. Mais informações pelo telefone (61) 3274.3009.

A seguir, o cronograma do curso:

20/05 – segunda – 19h | Abertura

21/05 – terça | A a pessoa do coordenador diocesano de pastoral 
Dom Esmeraldo Barreto de Farias, Arcebispo de Porto Velho (RO)

22/05 – quarta | Diocese: Unidade pastoral da missão permanente 
Pe. Sidnei Marco Dornelas, CS. Assessor da Comissão Episcopal para a Missão Continental

23/05 – quinta | Para uma Igreja missionária numa sociedade fragmentada: articulação e mediações 
Pe. Estêvão Raschietti, sx, diretor do CCM e Prof. Sérgio Coutinho, Assessor da Comissão Episcopal para o Laicato.

24/05 – sexta, até 12h |Conclusão, encaminhamentos, avaliação. 

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